A marca que salvou a capital do mundo?

Muitos dos milhões de turistas que frequentam hoje a esquina mais famosa do mundo talvez não saibam, mas o Times Square já esteve condenado a ser um lugar muito parecido com vários que encontramos pelo Brasil. Perigoso, a qualquer hora do dia, muito mal frequentado e nada rentável. E faz menos de quatro décadas. O que o salvou? Uma marca, mas não uma marca qualquer! Na época, o então prefeito Rudolf Giugliani, que já vinha promovendo mudanças profundas em diversas áreas de sua administração, considerou que seria impossível retomar a vocação turística da Capital do mundo sem livrar o Times Square dos traficantes e clubes de strip. Queria de volta as famílias que antes frequentavam o lugar e, para isso, recorreu a uma das empresas que mais entendem de família no mundo, a Disney. O desafio: reabrir um dos teatros abandonados da Broadway com um musical que motivasse os turistas e afastasse os maus frequentadores. Desembarcava em Nova Iorque, o Rei Leão, o mais antigo musical da Broadway ainda em cartaz e, com ele, a salvação daquele que é hoje o principal cartão postal da cidade, frequentado por famílias dos quatro cantos do mundo. Ironicamente, desde então, poucas franquias “destruíram simbolicamente” tantas vezes o Times Square como a própria Disney, em superproduções de cinema, mas essa já é uma outra história! São as conexões emocionais que aproximam a marca do consumidor. Mas só a sua humanização dela tem o poder de mudar o mundo ao seu redor! Pense nisso! #humanizandomarcas