Humanizando Marcas para Cozinheiros do Bem

Humanizando Marcas Comunicação abraçou a causa do Cozinheiros do Bem, cujo objetivo é trazer alimentos de qualidade aos mais necessitados, principalmente os moradores de rua, em total situação de risco. Atuam há 3 anos nos viadutos da cidade, nos finais de semana trazendo amor em forma de alimento.

Cozinheiros do Bem deseja um mundo sem fome, e para tal se faz necessário sensibilizar o empresariado a participar com doações constantes, conquistar novos voluntários, focando na profissionalização da marca.

Solidariedade, cooperação, respeito, acolhimento e generosidade resumem a maneira como o coletivo deseja ser percebido pela comunidade.

O foco da Humanizando Marcas Comunicação ao desenhar o posicionamento e identidade emocional estava em entender como as pessoas se relacionam com a sociedade marginalizada e principalmente, buscar a mudança do olhar que esta sociedade tem para com estas pessoas.

Um posicionamento emocional que possa traduzir tanto o objetivo do coletivo, quanto os sentimentos em que pessoas juntas, realizam ações buscando a partilha, a entreajuda e a generosidade.

Posicionamento emocional: O Alimento é transformador.
Conceito Criativo: Agora, precisamos adicionar você nesta receita.
Peças: Spot, Cartaz, Digital, Apresentação Corporativa

Crédito dos voluntários que participaram deste projeto:
Agência: Humanizando Marcas Comunicação
Cliente: Júlio Ritta
Prospecção: Cléa Chies
Atendimento: Arlete Bernardes
Planejamento e Posicionamento: Sílvia Koch
Direção de Arte: Márcia Berwanger
Redação: Vivian Hoechner
Produção Spot: Sepeh de Los Santos Fon-Fon Music

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Quanto vale uma experiência?
Ação inédita: Burger King entrega Whoppers para motoristas parados em engarrafamentos

Imagine que você está preso em um enorme engarrafamento e bate aquela fome. Você pediria um hambúrguer sabendo que um motoqueiro o entregaria bem na janela do seu carro?

O BK criou uma campanha chamada “Traffic Jam Whopper” que mistura tecnologia e oportunismo para entregar Whoppers em partes altamente congestionadas da Cidade do México. No estudo de caso, a marca registra um aumento de 63% nos pedidos de entrega na primeira semana do teste, além de um número 44 vezes maior de downloads de aplicativos da rede de fast food.

A promoção foi divulgada através de anúncios digitais e em parcerias como com o Waze. E como se trata de uma ação pensada para o trânsito, os pedidos eram feitos através de comandos de voz no app do Burger King. Os anúncios dinâmicos durante o trajeto permitiam que os motoristas soubessem o tempo estimado em que ficariam presos no tráfego, e até mostravam mensagens personalizadas informando a alguns clientes sobre suas entregas.

Com o sucesso do teste na Cidade do México, o BK diz que pretende expandir o programa para outras cidades onde o trânsito sofre com engarrafamentos, entre elas Los Angeles, Xangai e São Paulo.

Uma experiência como essa gera conexão emocional, engajamento e fidelização. Marcas humanizadas fazem isso: criam ações diferenciadas para transformar clientes em fãs da marca.

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Experiência é tudo.
O que realmente importa para o seu cliente?

As experiências conectam as pessoas às marcas, impressionam, agradam e fidelizam. É a cereja do bolo. Ser surpreendido, positivamente, é um dos melhores momentos que a marca pode proporcionar aos seus clientes e consumidores pois essas vivências são únicas e compartilhadas com seus amigos. Um pequeno detalhe não trabalhado, esquecido ou negligenciado pode levar a perda de um cliente ou o que é pior, a perda de muitos clientes. Sua marca precisa estar preparada para esse novo momento do consumo.

Um estudo, da PwC “Experiência é tudo” (15 mil pessoas responderam a pesquisa em 12 países), mostra que em grande parte ainda, os clientes se sentem decepcionados com suas experiências de consumo. As marcas que oferecerem uma experiência melhor, podem cobrar mais por isso. Quando os clientes se sentem valorizados, tendem a comentar ou endossar uma marca nas redes sociais, cadastrar para receber promoções, entre tantas outras ações positivas.

Uma boa experiência faz os consumidores se sentirem ouvidos, percebidos e valorizados.

• 73% dos participantes no mundo apontam a experiência do cliente como um fator importante em suas decisões de compra

• No Brasil, esse índice alcançou 89%, o mais alto índice da pesquisa.

O que agrega uma boa experiência? Velocidade, conveniência, consistência, simpatias e um grande fator de conexão: o toque humano.

O foco da Humanizando Marcas é criar conexões emocionais através de experiências. Está na hora das marcas despertarem para esse imprescindível capítulo das suas trajetórias.

Para conhecer o estudo completo entre no site da PwC.

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Experiência é a palavra chave.
A icônica varejista de brinquedos faz seu retorno a Nova York.

A FAO Schwarz abre suas portas depois de fechar sua famosa loja na Fifth Avenue em 2015, quando a marca ainda pertencia à Toys R Us. A loja de brinquedos reinventada foi construída com base nas experiências vivenciadas na loja, o que a tornou um destino global ao longo dos anos. Está de volta a maravilha dos brinquedos e uma profunda nostalgia pela experiência maior do que a vida que a FAO Schwarz oferece, a pais e filhos, há mais de 150 anos.

O objetivo é tornar o espaço “experiencial”, aquele que pode entregar teatro e levar clientes. A loja traz de volta à vida seus animais empalhados e o teclado de piano (apresentado no filme "Big", de 1988, com Tom Hanks). Desta vez o piano, também, é refletido no teto em luzes brilhantes, para acender a curiosidade de quem passa. Dançarinos de piano, realizam grandes shows, são especialistas em ensinar aos visitantes, de todas as idades e níveis de habilidade, como dançar e tocar músicas.

As marcas presentes na loja 30 Rock de 20.000 pés quadrados incluem brinquedos de assinaturas, experiências interativas e criada para incutir um mundo de admiração e profunda nostalgia para os pais e filhos. Há paredes de bonecas Barbie, uma estação Build-A-Bear Workshop, uma pista para crianças para brincar com carros, um espaço onde um mágico ensina truques, uma loja de doces e muito mais para os visitantes fazerem lá, além das compras. A enorme torre do relógio também está lá, junto com uma nova peça central, um foguete.

O espaço oferece de tudo, desde itens quentes como Hatchimals até as marcas com as quais as gerações mais velhas de consumidores cresceram, como os ursos de pelúcia Steiff. Seu objetivo é ser uma loja que os clientes lembrem e continuem voltando. Os compradores são convidados a trabalhar ao lado de mecânicos, onde podem construir carros de controle remoto peça por peça escolhendo seu estilo corporal, cor, rodas e desenhos individualizados. Outra novidade na loja é a Experiência de Adoção de Bonecas da FAO Schwarz. Versões em tamanho natural de brinquedos clássicos, como uma nave espacial, caminhão de bombeiros e trem de brinquedo, servem como contêineres de doces a granel e elementos de design, como um soldado de brinquedo e um vagão do metrô, estão no caixa.

A diversão de ir à loja antiga é uma lembrança de muitas gerações, mas os compradores de hoje podem encontrar muitos momentos “Instagrammable” dentro das paredes da nova loja.

A experiência é a chave. É uma estratégia que muitos varejistas estão empregando para atrair os consumidores para fora de suas casas.

Marcas humanizadas são focadas em gerar experiências e conexões emocionais.

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Maven muda a experiência do consumidor

A grande sensação da nova visão de futuro da GM é o Maven, um aplicativo que pode ser baixado gratuitamente, pelo smartphone, por qualquer pessoa que queira dirigir um carro de forma compartilhada nos Estados Unidos. Você paga pelo uso do carro. Ainda em teste no Brasil, somente para os funcionários da GM.

Com o trânsito caótico das megacidades, as pessoas buscam mais propostas de transporte, sustentabilidade e qualidade de vida. O novo consumidor quer tudo conectado em suas próprias mãos. Baseada nisso, a GM buscou respostas “rápidas e flexíveis” em quatro itens: conectividade, eletrificação, compartilhamento e autônomos.

O Maven representa uma resposta para três pontos importantes: a demanda do transporte como serviço, o crescimento da população urbana e smartphone primeiro. Atenta à transformação do mundo, que já afeta a indústria automobilística, a GM tem foco total na chamada Geração Y (também chamada de “millenial”, pessoas nascidas a partir do início dos anos 1980). Esse público representa 79% dos clientes do Maven.

Novas experiências são criadas diariamente para atender as necessidades deste novo consumidor, que busca marcas que gerem conexões emocionais.

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Lello
A livraria mais linda do mundo é pura experiência e inspiração

Em plena era digital dos e-readers, kindles e muitos outros, a Livraria Lello surfa no modo mais tradicional e antigo de consumir, ler e comprar livros. Mesclando um design genuíno e curioso, a Livraria Lello & Irmão é uma das jóias da coroa do Porto.

Inaugurada em janeiro de 1906, num prédio de arquitetura neogótica, onde as prateleiras de livros dividem espaço com uma escadaria rebuscada, vitrais e bustos de autores portugueses famosos, como Eça de Queirós e Antero de Quental.

É um verdadeiro santuário de edição e venda de livros, alojando uma das mais antigas e prestigiadas editoras portuguesas.

A livraria serviu de inspiração a J.K. Rowling para detalhar a a biblioteca de Hogwarts nos livros “Harry Porter”.

No mês de julho 2018, bateu records de vendas de livros, mais de 1.200 livros por dia e de visitas, mais 120 mil pessoas de todo o mundo passaram por lá.

A Lello é uma obra de arte, uma atração da cidade, um acontecimento.

É pura experiência e muita inspiração. Lello é uma marca humanizada.

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“O que de humanidade você pode trazer para o seu espaço?”

Criador de um estilo que traz a identidade brasileira presente em todas as suas criações, o estilista Ronaldo Fraga esteve presente na FBV com a palestra A moda além da roupa. Apresentou sua trajetória, experiências e a concepção do espaço multifacetado do Grande Hotel Ronaldo Fraga, em Belo Horizonte, Minas Gerais, que vai além do varejo, além do produto e em conexão com as pessoas. Ouvir e observar estão presentes no seu estilo de construção de marca. A sua provocação está na clareza de que a moda, a cultura e as pessoas estão em conexão constante. Que o genuíno é que passou a ser o novo luxo. Que os produtos, espaços e os consumidores, bem como relações com eles, vivem um momento de sintonia com o novo. E que o novo está na humanização. Convidamos você a assistir o vídeo com a sua percepção de marcas humanizadas.

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Gourmet Experience: paraíso gastronômico no El Corte Inglés Lisboa

Na constante reinvenção do varejo para manter suas portas abertas e surpreender os seus clientes, a gigante loja de departamentos El Corte Inglés inova e cria um benchmarking global.

O El Corte Inglés Lisboa (nova loja inaugurada em Dezembro/17) ganhou um novo espaço gastronômico no 7º piso, o Gourmet Experience.

Sua proposta conta com uma ampla oferta de bebidas, alimentos, produtos gourmet, 7 restaurantes temáticos, operados por estrelados chefs, 10 locais para comprar e degustar produtos de primeira qualidade, um terraço enorme com vista para a capital, com mais de mil lugares para sentar em 5000 m2 de loja. Além disso tudo ainda conta com operações de sorvetes, chocolates Godiva, Gin Lovers, o Club Gourmet e uma vasta área de vinhos com adega exclusiva e espaço para charutos. Tudo integrado no mesmo andar, com a marca Gourmet Experience.

Velozmente se transformou num novo destino turístico e gastronômico da capital portuguesa. Completando o cardápio, no subsolo tem um supermercado gourmet com espaços para consumo local e venda de alimentos para serem consumidos no local.

Essas mudanças mostram o desafio das marcas em expandir seus serviços no varejo, criando novos formatos frente à crescente demanda por serviços integrados com produtos, gerando soluções. Isso reflete a crescente oferta de serviços pagos por demanda de consumidores, que cada vez mais, pedem experiências e soluções para tornar sua vida mais prática. É preciso reverter o clico de declínio que assola o formato tradicional de varejo no Brasil. Gerar experiências é a solução.

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Experiência instigante
Uma Disneylândia de sabores

Eataly é um mercado italiano de grande formato que oferece mais de 10 mil produtos italianos disponíveis para compra, uma variedade de restaurantes deliciosos, wine bar, juice bar, padaria, frutas, vegetais, especiarias, temperos, queijos, vinhos, chocolates, doces, sorvetes, livros, artigos de decoração, café, itens diversos de varejo, uma escola de culinária e, em alguns, servem café da manhã.

O New York Times descreveu o Eataly como uma megastore que combina elementos de um movimentado mercado aberto europeu, um supermercado de estilo Whole-Foods, uma praça de alimentação high-end e um centro de aprendizado.

Corredores com produtos que criam um design surpreendente, uma viagem de prazeres.

Cheiros, perfumes, sabores, aromas, ambiente convidativo, envolvente, encanta e envolve os clientes.

A experiência é única. Marcas humanizadas pensam profundamente no seu público, oferecem um ambiente e uma atmosfera onde a experiência é o aprendizado para a fidelização.

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Tecnologia à serviço da experiência
Amazon Go, uma loja do futuro

A tecnologia dentro da nova loja de conveniência da Amazon Go, permite uma experiência de compra como nenhuma outra, incluindo nenhuma linha de pagamento.

A primeira pista de que há algo incomum sobre a loja do Amazon do futuro te atinge diretamente na porta da frente. Parece que você está entrando em uma estação de metrô. Uma fileira de portões protege a entrada da loja, permitindo apenas pessoas com o aplicativo de smartphone da loja.

A operação é simples:

Cada um recebe uma sacola da Amazon Go na entrada da loja e a única coisa que você precisa fazer é scanear o seu celular porque eles usam uma tecnologia chamada “computer vision” que rastreia você dentro da loja e sabe se você pegou ou não um produto. Na hora de ir embora, não tem check out, não tem estação de pagamento, não tem cartão, não tem dinheiro, é sair e ir embora. Você precisa apenas ter uma conta da Amazon com um cartão de crédito vinculado. Sem filas, sem demoras, sem caixas, simples como a vida deve ser.

Amazon Go, 100% experiência.

Marcas humanizadas são originais e buscam experiências únicas para seus clientes.

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Provocando experiências
Nike lança e vende novo modelo de tênis via Snapchat.

A Nike, em uma inovadora parceria com a Snap, Darkstore e Shopify lançou o novo modelo de tênis Air Jordan III “Tinker” via Snapchat. O tênis, além de lançado, pôde ser comprado e recebido no mesmo dia, logo após jogo da liga americana de basquete NBA. Foi a primeira vez que uma marca diferente da Snap vendeu um produto via Snapchat.

Quem participou da festa de comemoração após a partida da liga, que aconteceu em Los Angeles, pôde escanear códigos instantâneos exclusivos, que os redirecionava para o aplicativo Snapchat, para efetuar a compra. Os pares foram entregues naquela mesma noite. Todo o estoque foi vendido em 23 minutos.

A Darkstore foi responsável por facilitar as entregas. A empresa é uma startup que aos poucos se torna um “revendedor invisível”, explorando o excedente de espaço em depósitos e outras instalações de armazenamento. Ela permite que estes locais sejam centros de atendimento com apenas um smartphone. Marcas que não possuem estoque podem armazenar seus produtos em uma Darkstore e depois enviá-los no mesmo dia.

A Snapchat proporcionou ainda, para quem estava na área do Staples Center (ginásio esportivo onde aconteceu a partida em Los Angeles), acesso a uma lente especial de Michael Jordan, com realidade aumentada em 3D, durante o jogo All-Star da NBA. Snapchat teve uma parceria com o Shopify, para criar uma experiência de comércio sem fricção.

A Snap está apostando no comércio eletrônico por meio do aplicativo. Ela lançou a Snap Store na seção Discover do aplicativo Snapchat, com o objetivo de vender produtos com a marca da empresa, como peças de vestuário. A Nike já fez outros lançamentos por meio de aplicativos.

As marcas humanizadas, colocam no seu repertório, cada vez mais, ações que que geram envolvimento, engajamento e experiências marcantes para os fãs da marca.

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Let’s live how we dance
Levi’s

Se a marca tem um propósito que eu acredito e aspiro, eu quero me engajar, quero fazer parte. Se uma marca oportuniza uma experiência marcante, eu quero vivenciar. Se uma marca fala com o mundo através da música e da dança eu quero participar.

O comercial “Circles” celebra o indivíduo que toma o centro. Unidade e individualidade ganham vida e conexão através da música e da dança.

Independentemente da idade, raça, religião, gênero ou sexualidade, rico ou pobre esses grupos extremamente diversificados compartilham a mesma alegria e aceitação enquanto dançam com seus entes queridos. Levi's encoraja todos nós a vivermos como dançamos.

Criado em 1873, os jeans Levi’s são os jeans originais e autênticos. São os mais amplos produtos de vestuário reconhecidos e muitas vezes imitados na história do vestuário. Ao longo de gerações sucessivas, os jeans Levi’s capturaram a atenção, a imaginação e a lealdade de indivíduos diversos.

Se uma marca fala aquilo que eu acredito, eu viro fã. Marcas humanizadas criam conexões emocionais, preferência, engajamento, proporcionam experiências para superar as expectativas.

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A revolução do aluguel
Rent the runway

A Rent the Runway é uma empresa de moda com alma tecnológica. A marca desafia os sistemas tradicionais do varejo e tenta reescrever novas regras. Fundada em 2009 em Nova York, com a proposta de oferecer um serviço de aluguel de vestidos de festas e acessórios. Hoje, com cinco lojas nos Estados Unidos e um e-commerce, a iniciativa conta com parcerias renomadas com grifes como Oscar de la RentaProenza Schouler e Tory Burch.

Em 2016, criou o conceito “Closet in the Cloud” um novo serviço, uma nova maneira de consumir roupas de forma consciente através de uma opção que permite o aluguel de roupas mensais em uma logística por assinaturas.

Partindo de uma taxa fixa de U$89 os clientes podem alugar quatro peças por mês – de mais de 200 marcas – na categoria de itens diários, com frete grátis, limpeza e seguro incluídos, esse formato foi chamado de RTR Update.

“Existe tanto lixo quando se trata de closet – a maioria das mulheres não usa 80 ou 85% do que elas têm –”, afirma a sócia-fundadora da Rent the Runway, Jennifer Hyman. “O que nós oferecemos é novidade e variedade. As nossas lojas têm se tornado extensões dos guarda-roupas dos nossos consumidores”.

Seu lema para 2018? Mantenha seu closet com uma curadoria excepcional.

Repense o seu closet – Troque o fast fashion por roupas essenciais de qualidade, assim você pode se arriscar mais e testar novas tendências.

Livre-se de itens desnecessários – Dê adeus aquelas peças que você nunca usa.

As marcas hoje, mais que do nunca, precisam olhar para os seus consumidores e entender o novo modelo de consumo, construído a partir de experiências e ações que gerem o engajamento. Marcas humanizadas fazem isso.

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Às vezes só queremos dizer “Obrigada”.

O banco TD Canada Trust transformou seus caixas eletrônicos (ATM, na sigla em inglês), em “Centrais de Agradecimento ao Cliente” (“Automated Thanking Machines”), como parte das suas ações de marketing da campanha “TD Tanques Ou” (“O TD te agradece”). Eles queriam agradecer aos seus clientes de forma única, pessoal e diferenciada e eles conseguiram ir muito além disso.

Ao invés de apenas receberem do caixa eletrônico a quantia em dinheiro solicitada, vários clientes foram agraciados com o reconhecimento pelos seus muitos anos de fidelidade, pela coragem de superar problemas na família ou pela dedicação ao próximo. Com uma ação simples e emocionante, o banco ofereceu a oportunidade aos clientes de fazer uma viagem tantas sonhada com os filhos, visitar um parente doente que acabou de passar por uma cirurgia ou receber qualquer outro presente especial.

Foram selecionados clientes que passavam por dificuldades, além de alguns que eram maravilhosamente gentis e atenciosos com as pessoas. Esses clientes foram convidados a “testar um novo modelo de caixa eletrônico”. Assim que eles colocavam o cartão na máquina, ela começava a se comunicar com eles. Sabia seus nomes, sua família e as necessidades pelas quais estavam passando. Porém, outros tiveram apenas a sorte de estar no local certo à hora certa. Além dos presentes mais personalizados, muita gente pôde levar um dinheiro extra para casa, como cortesia do banco, que instalou esses caixas eletrônicos de “agradecimento” em Toronto, Montreal, Calgary e Vancouver. Isso aconteceu em 2014 e continua sendo muito atual.

Marcas humanizadas, antenadas, independente do seu segmento de atuação, estão empenhadas em criar conexões emocionais através de experiências para seus clientes.

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Olhe ao seu redor.

Humanizando Marcas Curadoria de Negócios trouxe para a sua essência a pesquisa que tem na observação o seu principal aditivo e inspiração. Entendemos que o melhor da pesquisa é quando ela consegue se colocar no lugar do consumidor e buscar os detalhes desta experiência.

Sem dúvida alguma o diagnóstico será mais forte e preciso. Pensamos cada vez mais: “olhe ao seu redor”.

E compartilhamos do pensamento de Gobé, da Desgrippes Gobé, uma das dez mais importantes agências de branding de todo o mundo: “Há muitas coisas que as pessoas adorariam nos dizer sobre si mesmas e informações ocultas no subconsciente delas. A porta para esse subconsciente só pode ser destrancada através do poder da intuição e da imaginação, dando às pessoas uma nova linguagem para expressar suas emoções. Visualizar as marcas através de narrativas de um modo colaborativo, com histórias que estimulem os estados emocionais dormentes das pessoas, cria um novo nível de compreensão de seus desejos não satisfeitos.” (2007, p.288).

Experimente.

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Como pensamos a pesquisa

Os estudos sobre as conexões emocionais e as marcas humanizadas nos mostram seguidamente que as ferramentas utilizadas nas pesquisas tradicionais de mercado e consumo sofreram importantes intervenções. Observamos que o que as pessoas dizem que fazem e o que elas fazem realmente são duas coisas diferentes. Muitas das informações coletadas são limitadas. Um dos problemas está na habilidade de coletar dados e constantemente não saber muito bem o que fazer com eles.

Partindo destes dois pontos, coleta e o que fazer com estas informações, fez com que a Humanizando Marcas Curadoria de Negócios criasse uma metodologia própria qualitativa e emocional para entender as escolhas das pessoas e não propriamente o que elas dizem. O momento atual está buscando entender a sociedade de uma maneira mais emocional e sendo assim, o melhor da pesquisa é traduzir estas emoções em uma plataforma emocional.

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Narrativa da Marca

História é estratégia. Para Laurence Vincent (2005), sob muitos aspectos, os dois conceitos são idênticos. Quando se pensa estrategicamente há uma sequência de eventos cuidadosamente sendo criados. Na história ocorre o mesmo. As estratégias são resultado do pensamento lógico, e ficam muito mais interessantes quando o pensamento criativo se faz presente. As histórias funcionam da mesma maneira.

Ao criar a narrativa de uma marca, você necessita sim, estar alinhado aos resultados financeiros que a marca necessita obter, mas sem esquecer que a expressão que irá traduzir esta estratégia é que trará os resultados. Este movimento trará um sentimento de aproximação da marca com estes consumidores.

A lógica do mundo dos negócios x a emoção do mundo das pessoas. E a narrativa da marca irá determinar o quanto ela consegue expressar sua personalidade aos seus consumidores. E assim, unir estratégia e história, como foco estratégico de percepção de marca.

A linguagem que irá unir a marca e o consumidor, em uma conexão emocional, constitui o fundamento da força desta marca.

Marcas humanizadas funcionam assim.

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7x1 – Última Copa do Mundo – Como esquecer?

Quando somos impactados por uma experiência, positiva ou negativa, extremamente emocional, dificilmente iremos esquecê-la. Ela fica impressa na sua memória. Isso serve tanto para experiências boas como as ruins. Levar 07 gols da Alemanha, na última Copa do Mundo, confirma isso. Cada vez que vimos uma camiseta da seleção alemã ou a chamada da Copa na Rússia, vem um gosto amargo na boca e uma sensação de desconforto, de “como isso aconteceu”. E assim vivemos nossos momentos de consumo onde enfrentamos intensas ou medíocres instantes de compra. As marcas precisam despertar para esse novo momento de consumo, para essa nova mentalidade e se reinventarem, pois, pessoas estão interessadas em viver uma experiência, em criar conexões emocionais com as marcas, produtos, serviços e pessoas. Isso vale para fora e principalmente para dentro da empresa. Uma experiência positiva vale ouro, vale a taça do mundo, vale o coração do cliente, do consumidor, do colaborador. Uma experiência positiva não tem preço.

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Lógica e Emoção

O mundo corporativo é movido pela lógica.

Ele precisa deste pensamento racional.

O mundo do consumidor é movido pelas emoções.

Não poderia ser diferente.

O grande desafio está em transpor esta lacuna e unir estes mundos. Estamos falando da ideia poderosa que reconecta as necessidades dos negócios com os desejos subconscientes das pessoas.

Lógica e emoção se cruzam para que seu negócio esteja presente e ativo no mundo contemporâneo, colaborativo e com melhor performance de vendas.

As ideias da Desgrippes Gobé movem o pensamento de marcas da Humanizando. Fazer diferente.

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Narrativas

Emoção e imaginação são artefatos fundamentais para que as marcas expressem quem são e o que sentem ao seu entorno.

Ao lançarem mão da inspiração e da intuição estarão certamente com possibilidades de usufruir do talento coletivo que é o somatório do que pensam os consumidores com o conceito da marca. Assim, se constroem narrativas de marcas consistentes, pois o que é contado pela marca é a sua verdadeira história. A que brota da relação entre os consumidores e a sua marca. Você já pensou como está a sua narrativa? Fazer diferente. Humanizar marcas é o nosso negócio.

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Olhe ao seu redor

Como sua marca observa?

Observa seus clientes, seus colaboradores, seus fornecedores, seus concorrentes?

A gestão de marcas humanizadas está na roda viva da observação e inclui a observação como um dos pilares mais valiosos da pesquisa de marca.

Presta atenção no seu colaborador.

No seu cliente comprando.

Como os seus clientes usam seus produtos e sua empresa.

Em que posição a presença de sua marca está na vida das pessoas.

Olhe ao seu redor e experimente todos os benefícios da observação para o seu negócio.

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É sobre consistência.

Simon Sinek, britânico radicado nos Estados Unidos, consultor, professor, autor de quatro livros, é um otimista incansável.

Nos concentramos aqui em falar um pouco sobre a paixão, pois esta abordagem combina muito com nosso pensamento.

Os detalhes que fazem com que aconteça a paixão. Explicar quando começou é difícil, mas em certo momento algo se transforma em nossos corações, aciona nosso cérebro e nos apaixonamos por alguém ou por alguma coisa.. O acúmulo de pequenas coisas que vamos fazendo aos outros e que em algum momento acende a faísca que interage com as pessoas, com as marcas, com as empresas.

Não se trata de eventos específicos.

Não se trata da intensidade destas relações.

Mas sim, do propósito.

É sobre consistência.

Marcas Humanizadas têm propósito e buscam consistência. Entendem que as pessoas já não compram o produto que a sua empresa fez, e sim, compram a razão de existir deste produto. Seu propósito e sua consistência.

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Marcas em movimento

Há um novo mundo de negócios se sobrepondo aos antigos modelos que até então conseguiam sobreviver às mudanças de comportamento globais. A inovação, a improvisação e a imaginação passam a cada dia a ter mais presença no cotidiano das pessoas, e portanto, necessitam migrar para o cotidiano das marcas. Cada vez mais torna-se fundamental que as marcas se conectem com a cultura para chegar ao coração das pessoas e poder desfrutar do impacto transformador que as marcas têm junto aos públicos. Há um novo mundo lá fora de consumidores engajados, fazendo com que as corporações não sejam mais as donas absolutas das marcas, – as pessoas sim!

Este novo movimento pensa marcas e produtos em um processo contínuo, em evolução, com um que de experimental. A experiência auxilia as marcas a escaparem da monotonia do mercado. Sacode, inspira, respira, se move.

Humanizando Marcas pensa como Gobé (2010): que um processo criativo colaborativo pode levar a soluções incomuns que fazem as pessoas gravitarem na direção das marcas e as marcas repercutirem nelas. Fazer e pensar ideias que sua empresa e você ainda não tenham refletido, ou, não tenham colocado em prática. Pensar diferente. Fazer diferente. Pensar e fazer em movimento.

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A marca que salvou a capital do mundo?

Muitos dos milhões de turistas que frequentam hoje a esquina mais famosa do mundo talvez não saibam, mas o Times Square já esteve condenado a ser um lugar muito parecido com vários que encontramos pelo Brasil. Perigoso, a qualquer hora do dia, muito mal frequentado e nada rentável. E faz menos de quatro décadas. O que o salvou? Uma marca, mas não uma marca qualquer! Na época, o então prefeito Rudolf Giugliani, que já vinha promovendo mudanças profundas em diversas áreas de sua administração, considerou que seria impossível retomar a vocação turística da Capital do mundo sem livrar o Times Square dos traficantes e clubes de strip. Queria de volta as famílias que antes frequentavam o lugar e, para isso, recorreu a uma das empresas que mais entendem de família no mundo, a Disney. O desafio: reabrir um dos teatros abandonados da Broadway com um musical que motivasse os turistas e afastasse os maus frequentadores. Desembarcava em Nova Iorque, o Rei Leão, o mais antigo musical da Broadway ainda em cartaz e, com ele, a salvação daquele que é hoje o principal cartão postal da cidade, frequentado por famílias dos quatro cantos do mundo. Ironicamente, desde então, poucas franquias “destruíram simbolicamente” tantas vezes o Times Square como a própria Disney, em superproduções de cinema, mas essa já é uma outra história! São as conexões emocionais que aproximam a marca do consumidor. Mas só a sua humanização dela tem o poder de mudar o mundo ao seu redor! Pense nisso! #humanizandomarcas

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STORY

Um conceito muito revolucionário de varejo: o conceito de produto como conteúdo. Uma boutique que redefine a experiência de compra

STORY é um conceito de varejo que tem o ponto de vista de uma revista, muda como uma galeria e vende coisas como uma loja. Isso significa que a cada quatro a oito semanas, a STORY se reinventa completamente – desde o design à mercadoria – com o objetivo de trazer à luz um novo tema, tendência ou problema. Volte no próximo mês e será um tema novo, produtos novos, novos eventos e um lugar inteiramente diferente.

Uma loja de 2000 metros quadrados localizada na 19th Ave em Manhattan. Fundada em Dezembro de 2011 por Rachel Shechtman, onde a ideia era criar um conceito de varejo que serviria como um casamenteiro entre marcas e consumidores, integrando estratégias de marketing, merchandising e desenvolvimento de negócios. Há um enorme valor para as marcas em ter um lugar onde você pode experimentar, e ter um laboratório que realmente cria um lucro e um fluxo de receita recorrente, e dá às pessoas uma boa experiência. Marcas humanizadas oferecem experiências e criam conexões emocionais.

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O flash mob de Rembrandt dá vida a quadro em shopping na Holanda

O Museu Holandês Rijks, com apoio do grupo ING, quis incentivar as pessoas a visitarem suas exposições e valorizarem a arte, com o slogan “Our Heroes Are Back” escolheram o quadro “A Ronda Noturna” de Rembrandt, do século XVIII e deram vida a ele em pleno shopping ao som de Beethoven.

A pintura de Rembrandt ganhou movimento em um flash mob para celebrar o retorno da obra ao Rijksmuseum, em Amsterdã, após 10 anos de reforma. A pintura, uma das mais famosas do pintor holandês, foi concluída em 1642. Retrata o capitão Frans Banning Cocq dando ordens ao tenente Willem van Ruytenburch para marchar. No segundo plano, aparecem os 18 integrantes da Corporação de Arcabuzeiros de Amsterdã, que encomendaram o quadro para decorar a Kloveniersdoelen, sede da milícia.

Essa ação inesperada impactou a todos que estavam presentes no shopping onde puderem vivenciar esse momento da marca interagindo com as pessoas. Experiências geram profundas conexões emocionais e é isso que marcas humanizadas fazem.

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Tramas Publicitárias

A voz da publicidade e a literatura

Aos amantes da relação história, literatura e publicidade Carrascoza e Santarelli (2009) fazem um passeio em três contos por momentos marcantes em que a história poderia ser contada por meio do fazer publicitário da época. No primeiro, Paris no final do século XIX, com seus cartazes feitos por artistas consagrados na atualidade, e que uniram arte e publicidade. Dos museus para as ruas. No segundo conto, a década de 30 e uma nova realidade histórica com o nazismo como pano de fundo para o discurso da época. “No labirinto de Aleph”, o terceiro conto, a publicidade contemporânea, o texto transita pelos personagens enredados nas novas mídias e maneiras de expressão. Épocas da publicidade mundial em que a narrativa publicitária passeou pelo estilo e fazer publicitário de cada época, mostrando que a relação história e literatura também pode ser percebida como um suporte para a publicidade, muito além do consumo simplesmente. Narrativas que usam como suporte a vida como se apresenta e se ilustra.

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Marcas que marcam!

O que Jô Soares, Sherlock Holmes e Carlitos têm em comum? Errou quem imaginou cinema ou literatura. Mas acertou quem, lá no subconsciente, visualizou uma gravata borboleta e um par de óculos redondos, ou um cachimbo e uma lupa, ou mesmo uma bengala e um chapéu coco. A marca pode ser um referencial mais forte do que imaginamos. E ela não está necessariamente ligada ao nome, mas sim à ideia que ele representa.

Não é por outra razão que, apesar o forte apelo do nome, a Coca Cola, por exemplo, jamais abandonará a garrafa de silhueta esguia que a caracterizou através dos tempos. Quando você vê aquele perfil já sabe do que se trata, ainda que esteja contra a luz. Uma marca que pode ser reconhecida pelo tato, ao deslizarmos os dedos ao longo de sua superfície. Fantástico, não é mesmo?

E marca é tudo, acreditem! Mesmo aqueles que dizem não ligar para isso, no fundo querem ser lembrados por uma marca pessoal: a de alguém que não liga para rótulos. E que marca mais original pode haver? Lembre disso sempre olhar para aquela maçã mordida, estampada nas costas do seu smartphone! Você sabe muito bem de quem estou falando, não sabe?

Então, já pensou em como a sua marca pode deixar marcas em quem a vê? Vamos humanizar sua marca? #humanizandomarcas

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A experiência é mais valorizada que a posse

Os Millennials inovam na forma de experimentar e não apenas comprar produtos. A experiência é mais valorizada que a posse. Isso gera uma revolução na jornada de compra e nas ofertas relacionadas a entretenimento, viagens e compartilhamento de recursos. Isso já é uma realidade nas Américas.

Independentemente do continente e do estágio de mudança ou transformação, as novas gerações dão outro ritmo ao consumo e criam novas formas de se relacionar com produtos e marcas. Há uma inversão radical do conceito de se consumir ao privilegiar a experiência em detrimento da compra. Ou seja, para os millennials, vivenciar é mais importante do que efetivamente ter o produto que proporciona essa vivência.

Os consumidores estão muito mais exigentes em suas escolhas, demandam confiança no relacionamento e estão ávidos por mais valor durante a experiência de compra. Tudo isso exige um rompimento com o que o modelo tradicional do varejo oferece e, consequentemente, mais investimentos em inovação, com foco principalmente nas pessoas e na transformação digital.

Os millennials demandam experiência, diferenciação e personalização e respondem de forma positiva a tecnologias digitais na loja. Os consumidores do futuro são mais que consumidores – eles se transformarão em criadores de conteúdo, promotores e embaixadores de marcas.

Fonte: PwC Brasil. Cenários transformadores pra empresas de varejo e consumo. Setembro/2016.

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Moda, cultura, estilo de vida urbana, café, floricultura, livraria

Club Monaco é pura conexão emocional

Club Monaco é muito mais que uma flagship maravilhosa de moda feminina, é um mix de bem-estar, sofisticação na medida certa, muito bom gosto, livros, flores e café. No final do ano passado, mudou completamente o layout da sua principal loja na 5th Avenida, deixando tudo ao estilo de Nova York, uma mistura de moda, cultura e estilo de vida urbana. A loja surpreende ao trazer duas marcas ímpares: o Tobys Estate Coffee, um pilar de Williamsburg e The Strand, a icônica livraria de Manhattan e ainda abriga uma floricultura e agora moda masculina. Um espaço harmonioso onde os ambientes se completam e oferecem aos seus clientes serviços diferenciados. Um local onde o conforto está presente como se você estivesse numa sala de estar. É uma pausa no tempo para tomar um café, conversar com os amigos, folhear e comprar livros, enviar flores ou levar para a sua casa, escolher produtos de higiene pessoal, antes ou depois de vocês comprar as novas peças de roupas, sapatos e acessórios. Club Monaco tem design, branding e identidade emocional e esse é o conceito de marca humanizada.

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O varejo e os marcadores somáticos

Por que escolhi você?

Já há algum tempo sabemos que várias decisões de compra são tomadas no ponto de venda, rapidamente, e muitas vezes sem uma explicação racional e consciente. São espontâneas, rastreadas pelo nosso cérebro, misturando fatos, informações e emoções. São nossos atalhos cerebrais chamados de marcadores somáticos. Desde a nossa infância, passando pela adolescência vamos colecionando sensações, emoções, informações de toda a ordem que colocamos em prática na hora do consumo. Os marcadores somáticos estão relacionados com as nossas experiências passadas, sejam boas ou ruins. E a boa propaganda se utiliza dos marcadores criando comerciais geniais que auxiliam os consumidores em suas escolhas. Os marcadores que podemos criar na mente dos consumidores envolvem muitas variáveis, sentimentos como o humor, por exemplo. E há também os negativos que provocam uma dissonância cognitiva quando trazem sentimentos que não desejamos experimentar novamente.

Na atualidade, experiências interessantes e generosidade estão se tornando cada vez mais marcadores poderosos na construção da identidade emocional das marcas. Pense, em quais marcadores sua empresa desperta em seus consumidores. E quais que ainda não foram identificados e que podem gerar uma proposta de valor forte para seu negócio. Humanizando Marcas é uma curadoria de negócios que pode lhe auxiliar nesta construção. (Lindstrom, 2009)

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Tem alguém aí?

Desde o início dos anos 2000 as relações das mídias com os consumidores vêm apresentando mudanças significativas. O receptor até os anos 90 era percebido como passivo, sentado em sua poltrona, absorvendo tudo o que lhe era mostrado. Em alguns estudos eram chamados de receptores esponja. Com o desenvolvimento da tecnologia, iniciada pelo vídeo-cassete (lembram dele ainda?) que ajudou a editar e ver a programação na hora desejada; pelo controle remoto que nos fez discutir o efeito zapping, este receptor passou a estabelecer uma relação ativa, buscando editar conteúdo, alterando seus formatos de recepção e deixando a pergunta Tem alguém aí? cada vez mais constante em nossas tentativas de alcançá-lo. Austin & Aitchison (2007), ao lançar a obra em 2003 nos EUA, propuseram a discussão da geração de ideias, da inovação, da mudança no gerenciamento de investimentos, bem como o retorno sobre os mesmos. O livro transita sobre vários aspectos já adotados por muitos anunciantes mundo afora, mas, é ainda atual quando estamos cotidianamente achando que somente o mundo digital nos trará visibilidade, e muitas vezes não consideramos a importância da ideia que está sendo transmitida neste mundo abrangente e sempre em movimento. Os valores que conseguimos agregar às marcas e seus consumidores passam por profundas mudanças, e a tal inovação, fundamental para qualquer negócio em qualquer lugar do mundo, acaba sendo muitas vezes entendida como obrigatória nesta nova dinâmica. O mundo digital também deve transitar pelo conceito de marcas humanizadas. Há um novo relacionamento entre os consumidores, marcas e os canais de mídia. Vamos conversar?

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Ésse, Léte e Bava

Posicionamento emocional até nos cartões

Somos Humanizando Marcas Curadoria de Negócios. Mas, também somos Sílvia, Arlete e Bavaresco. Pensamos fortemente na personalidade emocional das marcas, a começar pela nossa.Assim, pelas mãos do publicitário Cláudio Franco, nasceu a marca mãe e as "submarcas” que expressam de forma leve, divertida e despretensiosa nossos nomes através de apelidos monossilábicos. Somos diferentes, emocionais, humanizados e assim, desejamos expressar o jeito de ser de cada um. Sabemos o quanto os posicionamentos emocionais agregam valor ao que está sendo dito, mostrado e percebido. Ao receber nossos cartões deixamos em suas mãos não somente a empresa, mas também a maneira coletiva e individual (ao mesmo tempo!) de nos expressarmos. Se pensamos assim para nossa empresa, para nós mesmos, imagina como pensaríamos a sua? Vamos conversar?

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Sustentável e lucrativo

A segunda metade da década dos anos 2010 viu nascer e tornar-se hegemônico o conceito de “sustentabilidade”, nas mais diversas áreas da atividade humana. Da agricultura à publicidade; do crescimento das cidades ao turismo, é inegável a abrangência e importância desse princípio para a sobrevivência do negócio e do planeta. Mais ou menos pela mesma época, os nativos da nação Hualapai, soberanos proprietários de um grande território na face oeste do Grand Canyon, no estado americano do Arizona, se depararam com uma realidade, que poderia se transformar em grande oportunidade:

A realidade – Turistas, vindos de todas as partes do mundo, que chegavam a Las Vegas, no estado vizinho de Nevada, eram convidados para o tradicional passeio de helicóptero, sobrevoando a mais famosa formação rochosa dos Estados Unidos, e uma das mais conhecidas do mundo. Os custos, de até US$ 500 por pessoa, ficavam praticamente todos na capital dos cassinos, sem que isso necessariamente representasse divisas significativas para o povo local.

A oportunidade – Unidos a uma empresa européia, os nativos norte-americanos revolucionaram a forma de olhar para o Rio Colorado, enquanto suas águas esverdeadas serpenteiam 1.500 metros abaixo dos nossos pés. Nasceu o Skywalk, uma atração na forma de passarela de vidro temperado ultra-resistente, da qual tem-se a impressão de flutuar sobre o Grand Canyon. Mas, para viver essa sensação única, é preciso descer no helicóptero, avião ou automóvel, pagar cerca de US$ 80 por pessoa e deixar todos os equipamentos eletrônicos em um guarda-volumes para que até o registro do momento tenha de ser comprado da numerosa equipe de fotógrafos nativos. Toda a recepção, venda de bilhetes, administração do local (que conta até com um shopping), bem como as demais funções (atendentes, vendedores, motoristas dos ônibus que fazem o transporte interno) é feita pelos nativos, sem prejuízo do meio-ambiente, a grande “matéria-prima” da indústria local.

P.S. Os cestos, arcos, flechas e demais peças de artesanato são, digamos assim, terceirizados de outras tribos. Nada mais sustentável!

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Pensando na publicidade como experiência

TV2 Dinamarca

O canal TV2 da Dinamarca, veiculou recentemente o comercial All that we share. Nele as pessoas foram colocadas em quadrados por semelhança, e foram surgindo uma série de perguntas que ao responderem as pessoas necessitavam mudar de sua posição inicial. No decorrer do comercial, ao se moverem de acordo com as respostas, os participantes foram naturalmente levados a trocarem as suas posições iniciais. A experiência, a necessidade de se moverem e interagirem com outros grupos encerra com a provocação: “talvez haja mais coisas que nos reúnem do que pensamos”. Publicidade como experiência, como observação do cotidiano, como provocação inteligente. Marcas Humanizadas estão preocupadas com as experiências de seus consumidores. Vocês andam com saudades dos bons comerciais? Suas marcas estão veiculando comerciais interessantes, provocativos, emocionais? Vamos conversar sobre isto?

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Obama e Biden em Lets Move

A ex-primeira dama americana Michelle Obama foi a protagonista de uma das maiores e mais respeitadas campanhas de saúde nos EUA. Lets Move teve o objetivo de chamar a atenção para a importância de combater a obesidade, fazer exercícios e se hidratar. Viver de uma forma saudável. Lets Move estava alinhada com a mudança no sistema de saúde americano.

No comercial, Obama e Biden, fazem a sua jornada diária de corrida, conforme a campanha criada pela ex-primeira dama. A busca de uma saúde humanizada e mais preocupada com o indivíduo. Um comercial bem humorado, e que representa com simpatia este objetivo. E a sua marca já pensa assim?

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O óbvio brilha no olhar das pessoas

Este é o Princípio 4, que Robert R. Updegraff escreveu em Óbvio Adams, publicado em 1916, ou seja, há um século. Para o autor, uma das características do óbvio é produzir uma reação, que ele denomina iluminação instantânea.

Provocamos você a pensar esta conexão como uma faísca que liga o consumidor inspirador com a marca inspirada.

Marcas humanizadas tendem a provocar naturalmente este brilho no olhar das pessoas. Vamos conversar a respeito?.

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Humanizando Marcas

Por Cláudio Franco – Sócio-Diretor da Desenho Design

Criar a marca de quem entende de humanização é um grande desafio. Afinal, toda marca precisa passar por esse processo. Além de uma identidade própria e diferenciada, há o tempo de construção e empatia. Detalhes, inovações e ousadias são sempre bem-vindos.

Um nome/verbo no "gerúndio" já agrega à marca um constante processo de humanização de outras marcas. A criação de pequenas "submarcas" para as parceiras Sílvia (ésse) e Arlete (léte), já mostra, de forma leve e despretensiosa, os nomes através de apelidos monossilábicos. Um bom começo, humanizando a parceria interna, e já revelando muito o DNA da empresa.

Outras características gráficas complementam a construção da marca, como a textura de uma impressão digital em algumas peças importantes de relacionamento. Elementos circulares desenham o lettering. É nesse momento que se revela uma das principais mensagens a serem passadas pela forma gráfica final: o envolvimento na humanização de marcas.

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Matriz Humanizando Marcas

Por Sílvia Koch

O mundo vem mudando nos últimos anos, as pessoas, as cidades, os caminhos, os encontros vêm ficando mais orgânicos. E com estas novas versões de vida, os negócios estão passando por uma grande transformação, alguns se reinventando, outros deixando de existir. Alguns, sendo trocados de mãos, novas gerações contratando CEOs. Sem dúvida, este processo está focado nas pessoas. Elas têm, cada vez mais, sua forma de viver renovada. E esperam muito mais além de preço. Há uma oxigenação, uma provocação constante no ar.

A palavra a ser desbravada é generosidade. Falar de pessoas para pessoas gerando laços emocionais. Embora muitas empresas ainda não tenham percebido o valor deste caminho, ele está latente, tanto nas grandes organizações, como nos pequenos negócios. Nossa essência são as conexões emocionais que sua marca pode conquistar com os receptores, e transformá-los em consumidores. Depois, fideliza-los. Este é o propósito da Curadoria de Negócios: colaborar para que seu negócio venda melhor e mais. Como pretendemos fazer isto acontecer? Através de experiências.

Nosso negócio propõe este caminho a você, seus colaboradores, seus produtos e seu negócio. Mi casa, su casa.

A matriz humanizando marcas foi desenvolvida a partir de estudos realizados na última década, especialmente europeus, que necessitaram se reinventar para a economia continuar a girar. Aborda questões diversas que ampliam a possibilidade da marca estar inserida no novo movimento de consumo. Que auxilia o gestor a cruzar a Lógica do Mundo dos Negócios com a Emoção do Mundo dos Receptores/ Consumidores. Pode ser pensada a partir de vários caminhos, cruzamentos que levam sua marca e serviço a estabelecer conexões emocionais que possam encantar e fidelizar seus consumidores. Ponto de partida? A observação.

Vamos?

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Inovação em modelo de negócios

Business Model Generation

Business Model Generation (2011) foi escrito por Alexander Osterwalder & Yves Pigneur, e cocriado por uma verdadeira multidão de 470 praticantes do modelo em 45 países. Modelos de negócios transformadores são emblemáticos no mundo atual. São fundamentados na experiência, no olhar orgânico, estratégico e generoso com as pessoas. Humanizando Marcas é exatamente assim. Pensada para cocriar o seu negócio.

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Superando todas as expectativas

Raise your limits

O lançamento do superesportivo 720S já era esperado por todos, porém superar essas expectativas era uma missão desafiadora. Não bastava o carro ser uma supermáquina, precisava impressionar, tocar o coração das pessoas, criar conexão e emocionar. E assim foi feito. Senna e a McLaren têm uma história intrinsecamente ligada. Falecido há 23 anos, o tricampeão mundial é até hoje o piloto mais vencedor da história da equipe na F1. Para divulgar esse lançamento foi criado um vídeo com uma mensagem motivacional na voz do próprio Senna falando sobre “como superar limites”. O piloto que coloca o carro em ação é seu sobrinho Bruno Senna, que também é piloto profissional, e o cenário é o circuito do Algarve, em Portugal. E assim, a McLaren faz Senna “conversar” com seu sobrinho para lançar o 720S. Criar conexões como essa superam qualquer expectativa. Humanizar marcas é isso.

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Mergulho na experiência

Victoria’s Secret

Você não precisa ter um corpo escultural para comprar nesta loja, pois tudo lá dentro é pura sedução e você se sente uma diva. Não bastasse isso, a estratégia de venda dos produtos é pensada no detalhe. Você se aproxima de um expositor de sutiã e, imediatamente, uma vendedora pergunta se pode tirar suas medidas, para lhe oferecer o melhor modelo. Depois disso, você vai para uma sala linda, charmosa e chama uma especialista que encaminhava para um provador e traz alguns modelos para você provar e você fica provando, provando, provando os modelos até achar o seu ideal, daí ela diz: seu número é XXC e traz 30 modelos para você escolher. Depois que você escolheu, ela chama uma terceira vendedora que mostra todas as cores, tecidos daqueles modelos que você selecionou. Só depois disso, você lembra de olhar o preço. Já está seduzida e maravilhada e o preço vira só um detalhe. Marca humanizada faz isso, faz mais e faz além. Gera experiência, gera conexão e gera fidelização.

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Lovemarks

Kevin Roberts

Kevin Roberts (2005) escreveu sobre marcas levando em consideração dois critérios emocionais: respeito e o amor. Commodities, moda, marca e lovemark. Quatro estágios de uma marca a partir de respeito x amor. Não importa em que quadrante sua empresa/produto esteja, importa sim, a maneira como você e sua empresa mostram ao seu consumidor esta relação. Pois quem decide o quanto de amor irá conceder ao seu negócio é o consumidor. Marcas humanizadas tendem a ser respeitadas e amadas.

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Declare your Crush

Chanel

A icônica Chanel despertou todos os sentidos e sentimentos no Valentine’s Day, com a série de três breves comerciais Declare your Crush. Veiculado no Instagram no dia 08 de fevereiro de 2017, possui uma simplicidade encantadora, mas com uma narrativa extremamente poderosa. A emoção que permeia o encontro de duas mãos, primeiro em preto e branco e depois em cores, aliado à trilha bem marcada representa muito bem o que significa emocionar. Mas, o toque dos dedos e o aceite do outro transmitem com extremo carinho à experiência e ao que a marca deseja para seus clientes. Show it é o primeiro deles com 990 mil visualizações e a trilha, que insinua um coracão com batimentos acelerados, Say It (517 mil) e Seal It (1.024 mil), dentro da mesma dinâmica e com outra trilha, sugerem joias da marca para você declarar a sua paixão.

Marca humanizada e apaixonada.

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Comer com os olhos

Dean&Deluca

Este local realmente explica a expressão “Comer com os olhos”. Design, layout, cores, distribuição dos produtos, composição de ambientes, misturas de temperos, cheiros, alimentos prontos para levar pra casa, chocolates, doces, salgados, frutas, sushi feito na hora, especiarias, queijos, tudo é inspirador. Cada corredor, uma surpresa. A loja é um conjunto de experiências sem igual, uma combinação de padaria, mercearia, fruteira, rotisseria, minimercado, loja de presentes e produtos de marca própria, que convivem harmonicamente com outras marcas que se somam ao mix. Ambiente aconchegante, tranquilo, saboroso, preço justo. Uma loja de conveniência em primeira escala. Uma Disney gastronômica, impossível sair de mãos vazias. Design, emoção e experiência é a fórmula do sucesso. Isso é humanizar marcas.

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There you are

Chanel

Brad Pitt se tornou, em 2012, o primeiro homem a ser garoto propaganda do maior perfume de todos os tempos. As experiências sensitivas proporcionadas pela marca, embalagem, história, significa ainda na atualidade o feminino em toda a sua sensualidade. Mas, nada para revisitar essa experiência do que proporcionar às gerações que usaram o perfume e às novas gerações a narrativa do ator em There you are. A interpretação, com um tom de drama, um muito de paixão, deixando a mulher e o perfume em sintonia única. Minha sorte, meu destino. Chanel nº 5 Inevitável. Um produto com grande alma e relevância emocional.

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Design com generosidade

Cardeal-Amarelo de Mariana Prestes

Mariana Prestes, publicitária pela PUCRS, iniciou sua trajetória como designer de superfície com olhar voltado à natureza. O seu desejo de ser veterinária quando criança fez com que encontrasse na ameaça de extinção de animais sua grande inspiração. Durante a pesquisa, conheceu o cardeal-amarelo, descobriu que havia apenas 50 indivíduos vivendo em uma área de savana gaúcha e decidiu chamar a atenção para o problema desta e de outras espécies.

Foram adotados pelo olhar generoso de Mariana a beleza das cores e do canto da ave. Ao focar na natureza e seus habitantes seu ímpeto criativo, estimulado pelo tempo no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ela transformou-se em uma designer e povoou a superfície de porcelanas, quadros, roupas, papéis de parede e tecidos para decoração com rastros dos cardeais-amarelos em suas estampas figurativas e abstratas.

A marca Mariana Prestes Design nasceu em um patamar fundamental para o mundo contemporâneo: o de marca humanizada. Enxerga pessoas, indivíduos e não produtos. No caso da Mariana, vê animais em risco de extinção.

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Será o luxo eterno?

Lipovetsky & Roux

Lipovetsky & Roux (2003) dedicaram-se ao tema em O Luxo Eterno, parte do livro escrito pelo filósofo francês e parte pela especialista em gestão de marcas de luxo. A história e percepção do luxo. Entender as suas mudanças sutis e transformadoras no consumo. Que luxo é este que ora compramos em várias parcelas no cartão de crédito? Será o luxo algo que não sai de moda? Você já leu em nossa página sobre a Chanel n 5 e Brad Pitt (2012), uma marca que renova seu luxo e acerca de Coco Crush Chanel no Valentine’s Day (2017). O luxo caminha da ostentação para a simplicidade dizem os autores. Sem perder a elegância, nós dizemos. Marque um café para conversarmos sobre o novo luxo humanizado.

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Loja com museu, mas não é um simples museu

Victoria’s Secret

Quem nunca quis ficar pertinho de uma daquelas lindíssimas “fantasias” que as modelos usam nos desfiles? De onde vem tanta inspiração? Como eles chegaram nessa ideia? Qual é o ponto inicial de tudo? E aquele desfile que você perdeu? Na loja da 5ª. Avenue, foi criado um “museu” com fotos, vídeos, layouts, recortes, e os trajes ao vivo em exposição para qualquer mortal ver, fotografar, filmar e se maravilhar bem de pertinho. E, além disso, tem um espaço onde as pessoas tiram uma foto com as asas que as “Angels” usam e levam essa foto de recordação. Precisava tudo isso? Sim! Encantar, surpreender, criar conexões emocionais e experiências com o cliente gera empatia, simpatia, retorno garantido. E muitas vendas. Isso é marca humanizada.

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Um convite ao esporte

Loja Adidas

Uma combinação perfeita de ambientes, produtos, design e entretenimento. Num mercado tão fortemente marcado pela competente concorrência, o ponto de venda deixou de ser uma mera exposição de produtos e lançamentos, e passou a ser um ambiente mobilizador, que gera experiência, emociona, diverte, distrai, leva a compra e provoca uma mudança de mindset em relação ao esporte. Missão cumprida? Não, claro que não. A loja respira esforço, suor, dedicação, determinação, te sacode e te joga para outra dimensão. O ambiente com ar industrial, despojado, moderno, dinâmico, lindo comporta 4 mil m2 em 4 andares. A entrada é feita através de um “túnel”, as escadas são de cimento, os caixas parecem bilheterias, os provadores imitam vestiários, há bebedouros espalhados pela loja. A loja também possui produtos exclusivos, sacolas personalizadas e serviços diferenciados. Além disso, há uma loja de sucos, barras de cereal e granola e personal traines da empresa, que estão a sua disposição para dar dicas e sugestões de treinos. Concierge e gift shop, pista de corrida para avaliação do tipo  de pisada e estação de customização de produtos são outras atrações da loja. Você ainda encontra uma arquibancada. Para descansar? Também, mas ela tem vista para a rua onde você pode observar o movimento e ainda assistir jogos ao vivo em um telão. E sentado na arquibancada, você pode fazer selfies perto da estátua do fundador Adolf Dassler. De repente, você se enxerga sentado no telão a sua frente, e uma foto sua é tirada. Imediatamente você pega o seu celular e quer fotografar a sua foto da tela. E chama os amigos, e se diverti, brinca, ri e sai muito feliz da loja. Vai voltar? Com absoluta certeza. Experiência, emoção, design sedutor, serviços diferenciados e únicos é garantia de sucesso nas lojas físicas. Isso é humanização de marcas.

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Será que Steve Jobs sabia?

Os neurônios-espelho

Em 2004, Steve Jobs viu seu sonho tomar forma ao ver que os fones brancos estavam em toda a parte. Talvez ele já soubesse do poder dos neurônios-espelho, motivo pelo qual muitas vezes imitamos involuntariamente o comportamento de outras pessoas. Cada vez mais a neurociência vem auxiliando às marcas entenderem mais e melhor seus consumidores. Somos capazes de imitarmos movimentos, falas, pessoas, sem nos darmos conta. As marcas de moda (no conceito de Lovemarks, já falado por aqui), geralmente recebem um grande amor de seus consumidores e espelham milhares de pessoas a andarem exatamente iguais. Algumas se transformam em marcas amadas, outras caem no esquecimento rapidamente. Mas os neurônios-espelho estão ali, e nos fazem imitar mutuamente e continuamente os comportamentos de consumo dos outros. A lógica do consumo, de Lindstrom (2008) é uma excelente recomendação de leitura sobre neurociência e as marcas. E Humanizando Marcas sabe disto.

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Uma loja cheia de surpresas

Victoria’s Secret

As mulheres já ficam fascinadas pelos produtos, pelo ambiente, pelo cheiro, pela sedução que está no ar. Mas não para por aí. A loja surpreende no detalhe. Um simples quadro com uma de suas modelos lindíssimas atrai sua atenção e você fica “hipnotizado” olhando, olhando, olhando e de repente um susto: aquela foto se mexeu? Será fruto da minha imaginação? Ninguém está esperando por aquilo, mas a surpresa, num detalhe da loja, proporciona uma experiência divertida. E aí você vai atrás de outra foto, só pra ver se a modelo vai mexer, e sim, ela se movimenta. Olhem o vídeo.

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Olhe ao seu redor e veja o que está sendo contado

A narrativa de uma marca, está sendo cada vez mais em pauta na publicidade. Virou uma febre. Mas, alguns esqueceram que uma marca ou produto é também um personagem e portanto procure contar a sua (verdadeira) história. Se não for possível, faça uma ficção, mas deixe claro ao consumidor. O nosso redor está constantemente contando histórias, e para conhece-las é fundamental parar e observar. Você já observou o seu redor hoje? Se você quiser, chame a Humanizando Marcas, que ela vai adorar fazer por você e sua marca. História e estratégia, elementos básicos da narrativa de marcas. Exemplos? Mercedes, Apple, Natura, Harley Davison, Hawaianas, Lego... A narrativa é um vínculo que une.

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Site Humanizando Marcas

Por PenseDesign

O briefing que recebemos continha uma recomendação importante: limpo, direto e com uma navegação simples. Assim nasceu este site.

Como o próprio negócio sugere, ele reproduz algo genuíno, mais feito por um humano do que pela tecnologia, ainda que funcione perfeitamente em qualquer dispositivo.

Um site feito com carinho para profissionais carismáticas, cheio de emoção a cada foto tratada e cada código editado. Porque design é nossa paixão, e é ele que comanda nossos impulsos e nossa energia em cada ação, mesmo para um briefing tão simples e direto.

A PenseDesign deseja todo o sucesso para a Humanizando Marcas.

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Casa Blanca

Por Antônio Bavaresco

Um dos exercícios mais interessantes de criatividade acontece todas as manhãs, quando escolhemos uma roupa para trabalhar. Nossa vestimenta e nossas escolhas dizem muito de como somos, mas também de como estamos nos sentindo. Marca, design e cor têm personalidade, em outras palavras... têm vida própria. As razões pelas quais escolhemos um modelo de carro e não outro envolvem diversos raciocínios lógicos. Mas o que decide é a emoção. Intuitivamente, não somos nós que escolhemos as marcas, mas elas que nos escolhem. Uma parceria que pode ser mais duradoura que muitos relacionamentos. Mas, como em qualquer relação, reciprocidade e generosidade são fundamentais. Entenda isso e, como disse Bogard em Casablanca... “esse poderá ser o início de uma longa amizade!”.

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Look up, there’s magic in the air

KLM Royal Dutch Airlines

Ação surpreendente da KLM publicada em seu FB no dia 23 de dezembro, onde milhares de pessoas estão no aeroporto sozinhas esperando sua hora de embarcar. Experiência para nunca mais sair da memória e ser comentada para o resto da vida. Você não está aguardando e de repente, uma brincadeira une as pessoas, que não se conhecem para desfrutarem juntas de Bonding Buffet. Marca humanizada faz isso, gera experiência marcante, imprime a marca no seu coração. Assista ao vídeo.

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